O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apura a enxurrada de decisões para soltar e manter o ex-presidente Lula (PT) preso, no dia 8 de julho deste ano. Envolvido no imbróglio jurídico, o juiz federal Sérgio Moro optou por realizar sua própria defesa junto ao CNJ.

Os desembargadores João Pedro Gebran e Rogerio Favreto, do Tribunal Regional Federal da 4ª região, estabeleceram advogados para realizarem suas defesas.

A defesa do juiz da Lava Jato foi entregue há 10 dias à corregedoria do CNJ que pediu explicações sobre a atuação dos magistrados que se enfrentaram na ocasião.

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